O que a memória ama fica eterno.
Adélia Prado
Adélia Prado (1935) é poetisa e escritora mineira de Divinópolis, considerada uma das maiores vozes da poesia brasileira contemporânea. Professora de filosofia, publicou seu primeiro livro Bagagem aos 40 anos, após encorajamento de Carlos Drummond de Andrade. Sua poesia une o sagrado e o cotidiano, o erótico e o espiritual, com uma linguagem ao mesmo tempo simples e profunda. Obras como Solte os Cachorros e Oráculos de Maio são reconhecidas internacionalmente. É lida e admirada ao redor do mundo.
O que a memória ama fica eterno.
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Frases de Adélia Prado
Deus me deu um jeito manso para as dores.
A mulher que sou está sempre se inventando.
O cotidiano é sagrado, cheio de Deus.
A poesia é minha forma de rezar.
O amor é a única revolução que vale a pena.
A maturidade é aceitar-se imperfeita.
A simplicidade é a sofisticação máxima.
O tempo não para, mas a gente pode.
A beleza salva, mesmo quando dói.
Ser mulher é carregar o mundo no ventre.
A saudade é doce veneno da alma.
O silêncio às vezes diz mais que palavras.
A vida é feita de pequenos milagres.
O feminino sagrado habita toda mulher.
A esperança é a última que morre.
De vez em quando Deus me tira a poesia. Olho pedra, vejo pedra mesmo.
Eu quero a fúria da verdade.
A arte existe porque a vida não basta.
O meu Deus é um Deus que anda a pé.





