Eu me escrevo porque não me entendo.
Clarice Lispector
Clarice Lispector (1920–1977) foi uma das escritoras mais originais da literatura brasileira do século XX. Nascida na Ucrânia, emigrou para o Brasil ainda bebê. Sua prosa revolucionária explora a subjetividade, o existencialismo e a experiência feminina, aproximando-se do fluxo de consciência. Obras como A Paixão Segundo GH e A Hora da Estrela a consagraram como uma das maiores vozes da literatura universal.
Eu me escrevo porque não me entendo.
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Frases de Clarice Lispector
Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.
Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei.
A vida se vive mesmo é perigosamente.
Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.
Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
A palavra tem que se parecer com a palavra.
Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender.
O que me tranquiliza é que tudo o que existe, existe com uma precisão absoluta.
Acho que o possível ainda não foi tocado pelo homem.
A realidade é a matéria-prima, a linguagem é o modo como vou buscá-la.
Eu quero a palavra que sirva na boca dos mudos.
Quando não souber, tente. É melhor do que nada.
O mistério não é pergunta nem resposta, é presença.
Viver é um descuido preso, um acidente organizado.
A palavra mais importante da língua tem uma letra só: é.
Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
A palavra é o meu domínio sobre o mundo.
Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.
Eu não tenho caminho, mas o jeito de andar que me ensina o caminho.
Eu não tenho medo de morrer. Tenho medo de não viver.
Eu penso e ajo de acordo com o que me foi possível compreender.
A felicidade se encontra em coisas simples.
Que ninguém se engane, só se consegue a simplicidade através de muito trabalho.
Uma pessoa que não lê, mal fala, mal ouve, mal vê.
O silêncio faz muito barulho dentro da gente.
Até cortarem os meus baobás, eu dou sombra.
Perdoar não é esquecer. Perdoar é não sentir mais o gosto amargo do ressentimento.
Se quiser, posso me transformar: fecho os olhos e sou o que quiser.
Eu me ultrapasso me perdendo e me achando no que vejo.









