A utopia está no horizonte. Ela serve para isso: para caminhar.
Eduardo Galeano
Eduardo Galeano (1940–2015) foi jornalista, escritor e ensaísta uruguaio, autor de As Veias Abertas da América Latina (1971), livro que se tornou símbolo da luta contra o imperialismo na América Latina. Exilado após o golpe militar no Uruguai em 1973, voltou ao país em 1984. As Memórias do Fogo (1982–1986), trilogia poética sobre a história das Américas, é considerada seu maior legado literário. Combinando literatura, história e militância política, tornou-se uma das vozes mais lidas e respeitadas do pensamento crítico latino-americano.
A utopia está no horizonte. Ela serve para isso: para caminhar.
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Frases de Eduardo Galeano
As veias abertas da América Latina ainda sangram.
A história oficial é mentira contada pelos vencedores.
Os pobres não podem esperar que os ricos resolvam a pobreza.
A memória do fogo deve ser mantida acesa.
O sistema nos ensina a viver como inimigos.
A América Latina foi descoberta pelos europeus que estavam perdidos.
O futebol é paixão que move multidões.
A cultura popular resiste à colonização cultural.
Os direitos humanos deveriam ser direitos humanos.
A solidariedade é a ternura dos povos.
A literatura deve dar voz aos sem voz.
O desenvolvimento é uma viagem com mais náufragos que navegantes.
A esperança é sabedoria popular que resiste.
A identidade latino-americana é mestiça e rebelde.
O jornalismo deve contar a história dos de baixo.
Muita gente pequena, em lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, pode mudar o mundo.
Eu não acredito em caridade. Eu acredito em solidariedade.
A igreja diz: o corpo é uma culpa. A ciência diz: o corpo é uma máquina. A publicidade diz: o corpo é um negócio. O corpo diz: eu sou uma festa.
Somos todos mortais até o primeiro beijo e o segundo copo de vinho.
A história quase nunca é contada pelos que a sofrem.
O sistema nos obriga a olhar para baixo para não vermos que estão nos roubando.
Os que fazem da protesta um estilo de vida frequentemente são os que mais dependem do que protestam.
O medo global é o negócio mais lucrativo dos tempos que correm.
A caridade é humilhante porque se exerce de cima para baixo.
A cultura do terror é a redução de tudo ao medo.
A Igreja diz: o corpo é uma culpa. A ciência diz: o corpo é uma máquina. A publicidade diz: o corpo é um negócio. O corpo diz: eu sou uma festa.
