O sertanejo é, antes de tudo, um forte.
Euclides da Cunha
Euclides da Cunha (1866–1909) foi escritor, jornalista e engenheiro fluminense, autor de Os Sertões (1902), obra-prima da literatura e do pensamento brasileiro. Como correspondente de guerra, cobriu a Campanha de Canudos em 1897, que inspirou o livro. Os Sertões é simultaneamente relato jornalístico, ensaio sociológico e obra literária sobre o confronto entre a modernidade republicana e a população sertaneja nordestina. Euclides foi morto em 1909 por um oficial do exército, num drama passional.
O sertanejo é, antes de tudo, um forte.
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Frases de Euclides da Cunha
Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo.
O homem do sertão é feito de contrastes: é desgracioso, desengonçado, torto. Mas transfigura-se no momento do perigo.
A terra é o palco e o homem é o ator.
O clima é um escultor de raças.
A história do Brasil é a história da luta contra a natureza.
O sertão é um vale de lágrimas, onde a vida é uma luta constante.
A seca é o flagelo eterno do Nordeste.
O brasileiro do interior é o verdadeiro brasileiro.
A civilização litorânea não compreende a civilização sertaneja.
O sertanejo é um retrógrado, não é um degenerado.
A miscigenação criou tipos únicos na América.
O fanatismo religioso é reflexo da ignorância e do desamparo.
A geografia determina o caráter dos povos.
O Brasil tem duas civilizações distintas: a do litoral e a do sertão.
A ciência deve servir para compreender e não para julgar.
Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos.
A natureza é uma eterna renovação.
O fanatismo é a arma dos fracos que se sentem fortes.
A nossa civilização de empréstimo desconhece o sertão.



