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Retrato de Glauber Rocha

Glauber Rocha

Glauber Rocha (1939–1981) foi diretor, roteirista e teórico do cinema baiano, maior nome do Cinema Novo brasileiro e um dos cineastas mais influentes do século XX. Em seu manifesto Estética da Fome (1965), propôs que o cinema do terceiro mundo devia libertar-se da influência de Hollywood com uma linguagem visceral e crítica. Filmes como Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969) são marcos do cinema mundial. Morreu de septicemia aos 42 anos, em plena criatividade.

Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.

20 frases

Frases de Glauber Rocha

Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça.

Glauber Rocha

O cinema novo deve ser revolucionário e nacional.

Glauber Rocha

A estética da fome exprime a realidade brasileira.

Glauber Rocha

O cinema brasileiro deve romper com Hollywood.

Glauber Rocha

A cultura popular deve inspirar a arte erudita.

Glauber Rocha

O terceiro mundo precisa de sua própria linguagem.

Glauber Rocha

A violência social gera violência estética.

Glauber Rocha

O cinema é arma de consciência política.

Glauber Rocha

A montagem dialética revela contradições sociais.

Glauber Rocha

O autor deve ser livre para criar.

Glauber Rocha

A arte brasileira deve ser antropofágica.

Glauber Rocha

O cinema épico conta a história dos oprimidos.

Glauber Rocha

A técnica deve servir ao conteúdo revolucionário.

Glauber Rocha

O tropicalismo é movimento de libertação cultural.

Glauber Rocha

A crítica deve apoiar a criação nacional.

Glauber Rocha

O cinema brasileiro deve conquistar o mundo.

Glauber Rocha

A estética da fome é a verdadeira estética do terceiro mundo.

Glauber Rocha

O cinema é um instrumento de descolonização cultural.

Glauber Rocha

A arte revolucionária é aquela que incomoda.

Glauber Rocha

O artista do terceiro mundo deve ser guerreiro e poeta.

Glauber Rocha