Não tenho ilusões. Dirijo-me aos simples.
Graciliano Ramos
Graciliano Ramos (1892–1953) foi romancista e contista alagoano, um dos maiores escritores da literatura brasileira. Prefeito de Palmeira dos Índios, foi preso sem julgamento pela ditadura Vargas em 1936, experiência narrada em Memórias do Cárcere. Sua obra ficcional — São Bernardo, Angústia e Vidas Secas — retrata com rigor e dureza a miséria humana e as injustiças sociais do Nordeste. Membro do Partido Comunista Brasileiro, foi um dos mais importantes escritores engajados do século XX.
Não tenho ilusões. Dirijo-me aos simples.
Livros de Graciliano Ramos
Ao clicar, você será redirecionado para a Amazon
Frases de Graciliano Ramos
A palavra escrita é uma mentira. Mentira necessária, é verdade, mas mentira.
Escrevo porque não posso fazer outra coisa.
A literatura é uma necessidade vital para mim.
O mundo é dos fortes, mas os fracos também têm o seu lugar.
A seca é personagem principal do Nordeste.
O homem do campo é esquecido pelos governos.
A miséria desumaniza tanto quanto a riqueza.
A educação é a única salvação para o Brasil.
O silêncio às vezes diz mais que as palavras.
A realidade é mais estranha que a ficção.
O escritor deve ser honesto consigo mesmo e com o leitor.
A vida no interior é dura, mas autêntica.
A política corrompe até os mais honestos.
O homem simples tem sabedoria própria.
A arte deve refletir a vida do povo.
Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lavam roupa: esfregando, torcendo, retorcendo.
O Brasil inteiro é um Fabiano.
A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso. A palavra foi feita para dizer.
Liberdade completa ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe.





