O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa.
Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa (1908–1967) foi um escritor, diplomata e médico brasileiro, considerado um dos maiores escritores da literatura brasileira. Sua obra-prima, Grande Sertão: Veredas (1956), é um dos romances mais importantes da língua portuguesa. Reinventou a linguagem literária brasileira, fundindo erudição linguística com a fala sertaneja. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1963.
O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa.
Livros de Guimarães Rosa
Ao clicar, você será redirecionado para a Amazon
Frases de Guimarães Rosa
Viver é muito perigoso. Porque ainda não se sabe. Porque aprender a viver é que é o viver mesmo.
O mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais.
Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende.
As pessoas não morrem, ficam encantadas.
O sertão é do tamanho do mundo.
Digo: o real não está na saída nem na chegada; ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.
O animal satisfeito dorme. O homem satisfeito, pensa.
Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo.
Amor vem de amar. Amar é verbo. E verbo é para se conjugar.
O sertão é sem lugar, é puro espaço. Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de fechos.
Quem muito se evita, se convive.
Tudo é e não é. A coisa mais certa é a mais incerta.
Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.
A vida é ingrata no macio de si; mas transtraz a esperança mesmo do caroço do desespero.
Vivendo, se aprende; mas o que se aprende mais é só a fazer outras maiores perguntas.
Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data.
Toda saudade é uma espécie de velhice.
O diabo não existe. Existe é o homem humano.
Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja.



