O gênero é performativo, não essencial.
Judith Butler
Judith Butler (1956) é filósofa americana, professora na Universidade de Berkeley, uma das teóricas mais influentes dos estudos de gênero e da teoria queer. Problemas de Gênero (1990) é obra fundadora da teoria queer, que argumenta ser o gênero uma performance reiterada, não uma essência natural. Estudiosa de Hegel, Freud e Foucault, seus trabalhos posteriores tratam de precariedade, não-violência e poder político. Ativista, defende os direitos LGBTQ+ e é voz crítica da política de Israel em relação à Palestina.
O gênero é performativo, não essencial.
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Frases de Judith Butler
A identidade é efeito de práticas discursivas.
O sexo é tão construído quanto o gênero.
A heterossexualidade compulsória é norma social.
A subversão paródica questiona as normas.
O sujeito é constituído pelos discursos que o nomeiam.
A materialidade do corpo é linguisticamente construída.
A repetição estilizada cria a ilusão de naturalidade.
O feminismo deve ser inclusivo e plural.
A vulnerabilidade é condição humana fundamental.
A crítica é ética porque questiona normas.
A não-violência é imperativo ético.
O luto público reconhece vidas humanas.
A responsabilidade ética precede a ontologia.
A desconstrução é estratégia política.
A teoria queer desafia binarismos normativos.
O gênero não é algo que somos, mas algo que fazemos.
A performatividade não é um ato singular, mas uma repetição e um ritual.
A precariedade é uma condição compartilhada da vida humana.
Quando perdemos certas pessoas, ou quando somos despojados de um lugar, perdemos algo cuja extensão nem sempre conhecemos.

