Confesso que vivi.
Pablo Neruda
Também conhecido como: Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto
Pablo Neruda (1904–1973) foi o pseudônimo do poeta chileno Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto, um dos mais importantes poetas do século XX. Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1971. Seus Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada são lidos no mundo inteiro.
Confesso que vivi.
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Frases de Pablo Neruda
Você pode cortar todas as flores, mas não pode impedir a primavera de chegar.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música.
Para que eu te sinta, tenho que escrever.
É tão curto o amor, e tão longo o esquecimento.
Amo-te sem saber como, nem quando, nem de onde.
Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras.
Poderão cortar todas as flores, mas não poderão deter a primavera.
A poesia é um ato de paz. A paz compõe o poeta como a farinha compõe o pão.
A criança que não brinca não é criança, mas o homem que não brinca perdeu para sempre a criança que vivia nele.
Nada me destrói mais do que sentar sem fazer nada.
Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final.
A timidez é uma condição alheia ao coração.
Não tenho nunca a mais nenhuma parte. Sou apenas eu que vou comigo.
Amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma.



