Não há vida verdadeira na falsa.
Theodor Adorno
Theodor W. Adorno (1903–1969) foi filósofo, sociólogo e compositor alemão, um dos principais expoentes da Escola de Frankfurt. Judeu alemão, emigrou para os EUA em 1934, de onde contribuiu decisivamente para a teoria crítica. Dialética do Esclarecimento (1947), escrita com Horkheimer, analisa como a razão iluminista se perverte em dominação. Minima Moralia (1951) é obra-prima da crítica cultural. Voltando à Alemanha, foi professor em Frankfurt até 1969, quando morreu poucos meses após conflitos com estudantes.
Não há vida verdadeira na falsa.
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Frases de Theodor Adorno
A indústria cultural produz pseudo-individualização.
A dialética negativa recusa a síntese forçada.
Auschwitz tornou problemática toda cultura posterior.
A arte autêntica é protesto contra a realidade existente.
O esclarecimento reverte em barbárie.
A razão instrumental domina a natureza e o homem.
A teoria crítica deve ser negatividade determinada.
A educação após Auschwitz é imperativo categórico.
A música séria resiste à mercantilização.
O jazz é produto da indústria cultural.
A estética é teoria da arte, não filosofia do belo.
A sociedade administrada elimina a individualidade.
A cultura de massa nivela as diferenças.
O particular deve resistir ao universal abstrato.
A filosofia deve interpretar o ininterpretável.
Escrever poesia após Auschwitz é bárbaro.
A semicultura é pior que a falta de cultura.
A liberdade não é escolher entre branco e preto, mas repudiar esse tipo de prescrição.
O inteiro é o não verdadeiro.



