Vivemos numa modernidade líquida.
Zygmunt Bauman
Zygmunt Bauman (1925–2017) foi sociólogo polonês-britânico, professor emérito de sociologia em Leeds. Sobrevivente do nazismo, foi expulso da Polônia em 1968 no auge da campanha antissemita do regime comunista. Desenvolveu o conceito de "modernidade líquida" para descrever a fluidez, a incerteza e a fragmentação da vida contemporânea. Obras como Modernidade Líquida, Amor Líquido e Vidas Desperdiçadas oferecem diagnóstico agudo das patologias da sociedade de consumo pós-moderna.
Vivemos numa modernidade líquida.
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Frases de Zygmunt Bauman
A solidez se desfaz em fluides na pós-modernidade.
O consumo define a identidade contemporânea.
A individualização é o destino da modernidade.
O medo é a emoção dominante da vida líquido-moderna.
As relações humanas se tornaram descartáveis.
A globalização é localização para alguns, globalização para outros.
A incerteza se tornou a única certeza.
O amor líquido é frágil e temporário.
A vida líquida é vida precária.
A comunidade é sonho perdido da individualidade.
A segurança é ilusão na sociedade de risco.
O consumismo é vício da sociedade líquida.
A identidade é projeto inacabado.
A modernidade prometeu liberdade e trouxe ansiedade.
A ética pós-moderna é responsabilidade sem fundamentos.
Na sociedade líquida, a felicidade é individual e momentânea.
Em nosso mundo fluido, comprometer-se com uma única identidade para a vida é arriscado.
A cultura na modernidade líquida já não é feita para acumular, mas para ser utilizada e descartada.
O oposto do amor não é o ódio; é a indiferença.









